segunda-feira, 28 de novembro de 2016

almaespírito

Não sei como iniciar, mas já iniciando no lapso do tempo real e lógico da rotina humana,  torna-se necessário dizer que na história das famílias, no sentido mais amplo do passado dessas, pode ser concebível a ideia de que numa dimensão espiritual - o que ocorre nessa dimensão é algo muito mais sensível e sutil - para a forma como as ações no plano terrestre influenciam E são influenciados por lá. Retire todas as suas imagens mentais, limpe sua mente, deixe suas opiniões de lado sobre as pessoas e as veja. Elas irão brilhar. No campo da família isso é difícil, pois eles já brilham.

Nesse sentido, a capacidade interpretativa que acompanha a cognição das pessoas está repleta de relativizações e racionalizações - pois somos seres adaptáveis, e a verdade por doer precisa ser “moldada, amaciada” - há um grande engano em imaginar que o seu prazer exagerado demonstra o caminho da felicidade plena, espiritual, social, dogmática, cultural, estilos de vida.

Portanto, esse simples texto está com o intuito de ser objetivo e claro, acerca das relativizações favoráveis ou a falta dessas. A felicidade/segurança/amor, e espiritualidade vão além de toda e qualquer opinião religiosa, seja ela qual for. Pense no mundo espiritual, mas ouça os dois lados, sentir-se condenado(a) gera medo, e o antônimo de medo não é coragem.


Por não saber explicar a continuação de como estou pensando termino por aqui. Um adendo é que meu avô era maçom e não me contento com tanta espiritualidade voltada para falta de altruísmo divino. 

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

7tima letra...


Escrever pra quê? Para esvaziar de você mesmo? Quem sabe para conhecer você mesmo? Não. Talvez pra você sentir que é um ser humano que percebe suas emoções e acaba conhecendo outras desconhecidas até então?


Meus sentimentos, filho. Aqui eu sou apenas mais um nessa imensidão de pessoas em busca de auto-conhecimento. Ou nem tanto. Em busca da felicidade sem clichês, procurando caminhos, tropeçando em obstáculos, me abraçando com alguns, amando outros. Às vezes até carrego esses comigo, mesmo doendo, mas os levo pois há algo que me faz bem nisso e eu não sei o que, eu só sinto. Sucinto com a complexidade do ser.


Carne? Espírito? Dimensões? Classificações? Gostos? Preferências? A vida é feita de perguntas corretas e não de respostas. Já dizia um sensacional comunicador. Aliás, comunicar a dor deve ser difícil, não? Às vezes sobressair ao olhar dos outros e internalizar seu olhar para si mesmo (a) faça você sentir o quão vivo (a) está. Essa é a ideologia da vida, ser, estar, permanecer, acreditar, ir... são tantos verbos que todos resumem àquele que se fez carne e viveu entre nós. Jesus Cristo.