Não sei como iniciar, mas já iniciando no lapso do tempo
real e lógico da rotina humana, torna-se
necessário dizer que na história das famílias, no sentido mais amplo do passado
dessas, pode ser concebível a ideia de que numa dimensão espiritual - o que
ocorre nessa dimensão é algo muito mais sensível e sutil - para a forma como as ações
no plano terrestre influenciam E são
influenciados por lá. Retire todas as suas imagens mentais, limpe sua mente, deixe suas opiniões de lado sobre as pessoas e as veja. Elas irão brilhar. No campo da família isso é difícil, pois eles já brilham.
Nesse sentido, a capacidade interpretativa que acompanha a
cognição das pessoas está repleta de relativizações e racionalizações - pois somos
seres adaptáveis, e a verdade por doer precisa ser “moldada, amaciada” - há um
grande engano em imaginar que o seu prazer exagerado demonstra o caminho da
felicidade plena, espiritual, social, dogmática, cultural, estilos de vida.
Portanto, esse simples texto está com o intuito de ser
objetivo e claro, acerca das relativizações favoráveis ou a falta dessas. A
felicidade/segurança/amor, e espiritualidade vão além de toda e qualquer
opinião religiosa, seja ela qual for. Pense no mundo espiritual, mas ouça os
dois lados, sentir-se condenado(a) gera medo, e o antônimo de medo não é
coragem.
Por não saber explicar a continuação de como estou pensando
termino por aqui. Um adendo é que meu avô era maçom e não me contento com tanta
espiritualidade voltada para falta de altruísmo divino.

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Que seja doce ...